terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Papa Francisco apela à partilha, à erradicação da fome


Segundo Francisco, a parábola da multiplicação dos pães e dos peixes mostra que quando há “vontade”, aquilo que cada um tem “nunca acaba”, pelo contrário, “sobeja e não se perde”.
“Partilhemos aquilo que temos, numa atitude de caridade cristã, com todos os que são obrigados a enfrentar numerosos obstáculos para poder satisfazer uma necessidade tão primária e, ao mesmo tempo, sejamos promotores de uma autêntica cooperação com os pobres para que através dos frutos do seu e do nosso trabalho possamos viver uma vida digna”, explica o Papa.
‘One Human Family, Food For All’ é a primeira campanha global a envolver as 164 organizações nacionais que compõem a confederação internacional da Cáritas.
“Rezemos para que o Senhor nos dê a graça de ver um mundo no qual não haja mais ninguém a morrer de fome”, pede o Papa Francisco, no final da sua mensagem de apoio a esta iniciativa, à qual se associa também a Conferência Episcopal Portuguesa. (in ecclesia)




Vídeo do Santo Padre para ver neste link

Cáritas lança campanha global contra a fome

Iniciativa conta com o apoio do Papa e da Conferência Episcopal Portuguesa

A Cáritas Portuguesa associa-se a esta iniciativa e vai apresentar a campanha aos jornalistas, pelas 09h00, na Centro Cultural Franciscano, em Lisboa.
A iniciativa promovida pela ‘Caritas Internationalis’ conta com o apoio da Conferência Episcopal Portuguesa e tem como objetivo “alertar os governos, as Nações Unidas e todos os cidadãos para o Direito à Alimentação”.
A campanha apela à erradicação da fome no mundo até ao ano de 2025 e vai começar com uma “onda de oração”, desde a ilha de Samoa, que irá percorrer o mundo inteiro envolvendo à mesma hora “todas as organizações Cáritas e muitas outras pessoas, em todos os continentes”. (in ecclesia)



sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Tenham uma marca cristã - D. Manuel Bispo do Algarve

Marca Cristã

Faro, 17 out 2013 (Ecclesia) - O bispo do Algarve marcou presença esta terça-feira no encontro dos Centros Sociais Paroquiais e outras instituições sociais da Igreja Católica e pediu que essas organizações tenham “uma marca” cristã.
“Essa marca, esse distintivo e essa identidade tem que ser a do Evangelho, senão não tem sentido a Igreja construir, dirigir e orientar estas instituições”, afirmou D. Manuel Quintas, numa iniciativa que decorreu em Tavira.
O prelado, citado pela edição online do jornal diocesano ‘Folha do Domingo’, exortou cada um dos presentes a “dar-se sem esperar nada em troca”.
“É aí que reside a verdadeira vocação humana, o sentido do serviço”, complementou, sublinhando que naquelas instituições “pode unir-se o trabalho profissional à vocação e à vocação cristã”.
 
 http://www.agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?tpl=&id=97379

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Encontro promovido pelo Secretariado da Pastoral Social da Diocese do Algarve

Centros sociais paroquiais algarvios chamados ao “enorme desafio da humanização dos serviços”

“Faz-me muita impressão que, da parte da Segurança Social e de outras entidades, nos queiram pressionar a tratarmos os nossos utentes por clientes. Arrepia-me. É verdade que nos obrigam a fazer contratos de prestação de serviços, mas nós não temos com os nossos utentes uma relação comercial. Nós não fazemos negócio, servimos”, destacou a religiosa, natural de Monchique e animadora pastoral no Centro Social da Ericeira, apelando àquelas instituições para que “resistam a essa pressão”.
Neste sentido, sustentou que “a consciência da dignidade intrínseca de cada pessoa conduz à convicção de que ela não vale por aquilo que tem – mesmo que possuísse o mundo inteiro –, mas vale por aquilo que é”.


 http://folhadodomingo.pt/centros-sociais-paroquiais-algarvios-chamados-ao-enorme-desafio-da-humanizacao-dos-servicos/

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Novo plano para desenraizar a fome no mundo


Caritas Internationalis pede um novo plano para desenraizar a fome no mundo


2013-09-27 Rádio Vaticana
Aprovar um novo quadro de intervenção no centro do qual esteja a luta contra a fome e o direito à alimentação: esta a exortação conjunta lançada pela Caritas Internationalis, a Caritas-Europa e a Caritas-Espanha na Assembleia Geral da ONU a decorrer em Nova Iorque.
A rede das organizações caritativas pede que seja promovido um novo plano de desenvolvimento até 2030 que inclua intervenções eficazes orientados para o desenraizamento da fome nas nações mais pobres. “Estamos convictas – referem as organizações – que a eliminação da fome, da insegurança alimentar e da má-nutrição devem ser os objectivos fundamentais do novo plano global concordado entre os membros das Nações Unidas”. A rede da Caritas afirma ainda que a pobreza e a fome “podem ser eliminadas somente se forem reduzidas as desigualdades e se forem protegidos os direitos humanos”.
A rede faz referência à carta que o Papa Francisco enviou em Junho passado aos participantes no G8, realizado no Reino Unido e na qual o Papa pedia para se pôr o homem no centro de toda e qualquer política económica. “A nossa visão – disse o secretario geral da Caritas Internationalis, Michel Roy – é a de um mundo sustentável para as gerações futuras, em que todas as pessoas tenham acesso à alimentação, à saúde e à liberdade, vivendo uma vida tranquila”. A este respeito as organizações caritativas concluem pedindo também o desenvolvimento de um mecanismo de responsabilidade que sirva para monitorar e avaliar as acções dos Governos destinados a satisfazer as exigências das pessoas mais desfavorecidas.